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Tamara Klink
Ana Laura Nahas

Carta aberta a Tamara Klink

Como você, eu também escrevo antes que me esqueça. Para que me lembre da beleza das coisas simples, para que não me torne cínica diante das pessoas más, para que não me abale diante do que não tem conserto
Bernadette Lyra

A palavra "dom" e a literatura de ficção

O dom é uma inclinação tão incoercível quanto o uso da mão esquerda nos canhotos
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Sextas Crônicas

Como anda a sua libido?

Tive um encontro memorável com o filme sueco “Meu nome é Agneta”. Foi um abraço bom de permanecer
Filme Meu nome é Agneta, da Netflix
Paulo Bonates

O presente não existe: reflexões de um médico e professor

Tenho um carinho especial pela obra do psicanalista inglês Donald Winnicott, apresentada a mim pelo psicanalista, professor e amigo Julio de Mello Filho
Donald Winnicott
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Bernadette Lyra

Para lembrar um poeta esquecido

Havia aquele brilho desalentado de sonhos irremediavelmente perdidos em seu rosto enquanto falava disso. Talvez seja por meus próprios sonhos perdidos que, hoje, penso em Olival
Livros contribuem para a formação cultural da população
Ana Laura Nahas

Enquanto escrevo, sou amiga ou faço pilates com Joan Didion

Sonho acordada: talvez falássemos da mania dela de guardar manuscritos no congelador, do seu amor pelo caubói John Wayne, do quanto a vida muda num instante, de repente, do nada
Joan Didion em 1968
Alvaro Abreu

Um livro, um filme e um presente inesperado

Em situações como essa, o “salve-se que puder” é prática usual para quem estava fazendo planos otimistas, fundamentados em conchavos potenciais animadores
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Alvaro Abreu

Como selecionar minhas crônicas para um livro?

Aqui começa a primeira dificuldade: como selecionar aquelas que poderiam merecer interesse dos leitores, por lhes trazer boas lembranças ou tratarem de questões ainda atuais
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Sextas Crônicas

Olha elaaa... a fórmula secreta de Ana Paula Renault

Sua fórmula Renault de comunicar com intenção e verdade mostrou que tem espaço. Ela arriscou, acelerou nas curvas onde os outros freiam e chegou em primeiro
Manoella Mello - 12.jan.26/Globo
Bernadette Lyra

Parte 2: para o aniversário de morte de Fernando Tatagiba

Quanto a mim, eu confesso: não vi "O Sol no céu da boca", do Roberto Rocha, feito sobre seu conto. E não fiz nem um ínfimo curta-metragem, como havia prometido
Fernando Tatagiba
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