Crônica Por que não fazemos suco de jabuticaba? É muito saboroso, refrescante e lembra o de araçaúna. Não conhecem? Pois não sabem o que estão perdendo
Crônica Não há amor sozinho Acho que nunca tive a liberdade que precisava para amá-la, para isso precisaria muito mais do que eu sozinho. Nada existe sozinho, só eu. E digamos, estou relativamente satisfeito, o que não quer dizer feliz
Crônica Quando a vida nos lembra que certos clichês são verdadeiros Assim, não mais que de repente, uma figura que antes ocupava um espaço imenso não significa mais nada, um incômodo que parecia imbatível simplesmente desaparece, uma angústia grandona dorme e acorda mansa, como se não houvesse existido
Crônica "Ele é do Britz!", a escola superior da boemia de Vitória De frente para a Rua Gama Rosa e de banda para a antiga sede da Prefeitura de Vitória: no Britz, moravam a alegria, o deboche, a maledicência, a inventividade, a admiração mútua e as piadas prontas
Sextas Crônicas Cuide dos seus achados. Esqueça os seus perdidos Um pequeno contratempo na correria do dia a dia poderia ser apenas jogado na lixeira das irrelevâncias, mas algo me fez parar e procurar o significado mais amplo daquela perda repentina de memória
Crônica Uma luz no fim do brejo, quer dizer, do túnel Ao contrário do meu amigo, eu pessoalmente acho que ideias muito mais incríveis brotarão da mente dos milhares e milhares de vereadores, deputados estaduais, federais e senadores
Crônica Paixão por palavras: compartilho algumas das minhas preferidas Palavras que cato, coleciono e tiro do baú quando estou alegre ou triste, ou nem alegre nem triste, tal qual a adorável Cecília Meireles
Crônica Não é mole escrever sobre o grotesco do cotidiano Extremamente banal e necessariamente profundo, como um poço mágico que não se sabe onde começa ou termina
Crônica Carta aberta a Milson Henriques número 2 Gostaria de ter recebido uma visita sua nesta semana. Quem sabe concluiríamos que aquela frase boa de doer que disseram dele poderia ser também sobre você: "Não há morte que o morra"
Crônica Eles pintam e bordam e eu não saio de cima do muro Figuras humanas e cenas da natureza são retratadas em muros e paredes sempre em cores primárias, num estilo ingênuo cativante. Eu me pergunto com que cara ficaria a pedra do Penedo, se as autoridades permitissem mascará-la?