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Violência contra a mulher

Morta pelo companheiro, Marília não recusava trabalho para criar os sete filhos

Vendedora, cuidadora de idosos, diarista, catadora de latinha, zeladora de túmulos: Marília das Graças Mendes, de 50 anos, aceitava todo tipo de serviço pela família, como lembra filha; suspeito foi preso um dia após o crime
Feminicídio em Cariacica

Irmã de Celina encontra diário com relatos de dor e tristeza em relacionamento

Celina morreu após ser espancada por duas horas pelo marido. Ela passou por todos os ciclos de uma relação abusiva e narrou dias de dor, tristeza e saudade das pessoas que amava
Celina foi espancada até a morte pelo marido da última sexta-feira (12)
Abuso em casa, na rua ou no trabalho

Denuncie aqui casos de violência doméstica, assédios sexual e moral

Ferramenta de A Gazeta permite público feminino revelar também histórias de discriminação no ambiente corporativo e importunação sexual
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#TodasElas

Lúcia estava em busca de uma nova vida quando foi morta a facadas pelo ex

Recém-contratada, Lúcia Márcia Pastor Correa, de 38 anos, estava em uma nova fase da vida e cheia de sonhos. Ela foi morta a facadas pelo ex companheiro em sua casa, em Anchieta
Lúcia Márcia Pastor Correa foi morta pelo ex companheiro que não aceitava o fim do relacionamento
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#todaselas

Morta a facadas, Paula sonhava em fazer festa de aniversário para o filho

Paula Reinoso de Matos, de 21 anos, foi assassinada na zona rural de Ibatiba. O marido foi preso como suspeito de cometer o crime
Paula Reinoso, de 21 anos, foi morta a facadas
Sofrimento adicional

Quando o Estado contribui para o trauma, estamos diante da sobrevitimização

A falta de empatia da sociedade ou do círculo mais íntimo também pode resultar em sofrimento adicional. Por essa razão, os processos sobre determinados crimes devem correr em absoluto sigilo
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Violência diária

Homicídios no Brasil equivalem a um desastre aéreo por dia

A média diária de assassinatos no Brasil equivale, em números, às mortes ocasionadas pela queda de um avião comercial com cerca de 160 passageiros. Assim, o país se destaca como a nação mais violenta do mundo
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Mulher

Nossos corpos e nossa dignidade sexual são alvo constante

Nós mulheres não fazemos parte do contrato social firmado entre homens como o padrasto e o avô da criança de 11 anos estuprada e engravidada, como o agressor da namorada e da mãe dela, e de tantos outros casos
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Pacto de vivência

Precisamos falar sobre coisas como sororidade

O exercício da sororidade abre um espaço de busca e esperança rumo ao fim de desigualdades e opressões e alimenta o sonho de um tempo em que humanas e humanos alcancem um potencial de dignidade e respeito em sua frágil existência
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Portaria do governo

Burocratização do cuidado à vítima é a representação da sociedade machista

Violar não pode continuar a ser uma cultura naturalizada e aceita sem oposição. Direitos têm que ser não apenas positivados, mas fundamentalmente concretizados
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