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Agricultura

Expansão do agro no ES: crescimento acima da média nacional

O Estado alavanca crescimento além da média de outras regiões do país no setor de agronegócio. O contexto favorável contribui para expectativa de expansão de liberação de crédito para produtores rurais

Publicado em 29 de Agosto de 2024 às 19:18

André Borghi

Publicado em 

29 ago 2024 às 19:18
TecnoAgro Eduardo Ton
Eduardo Ton, gerente de crédito e agronegócio do Sicoob Espírito Santo, detalha cenário promissor para liberações de crédito para produtores rurais em painel no TecnoAgro 2024 Crédito: André Borghi
O mundo agro no Espírito Santo tem se expandido e ganhado cada vez mais força. “Está crescendo muito, a gente cresce acima da média nacional”, afirmou Eduardo Ton, gerente de crédito e agronegócio do Sicoob Espírito Santo, no painel “Cenários e tendências para o financiamento do agro capixaba”, no TecnoAgro 2024, nesta quinta (29).
Enquanto a taxa da média nacional de liberações de crédito no país aumentou cerca de 10% no Plano Safra 2023/24, no ES, alcançou um aumento de cerca de 30%, passando de 5 bilhões para 7 bilhões de reais.
O Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil (Sicoob) — instituição que oferece serviços financeiros aos seus associados — é um dos maiores fomentadores do agronegócio no cenário nacional.

Mais produtores beneficiados

Para a Safra 2024/25, existe a expectativa do Sicoob ES de liberação de crédito de 3,8 bilhões de reais. O número significa um aumento de 1 bilhão de reais em comparação ao ano passado. De acordo com Eduardo Ton, esse valor pode beneficiar até 20 mil produtores rurais no Estado, refletindo na expansão do agronegócio capixaba.

Cafés do ES ganham o mundo

Bebida comum na casa de muitos brasileiros, inclusive nos lares capixabas, o gerente destacou a importância do café para a agronomia e a economia do Estado.
O café segue dominando o cenário do agro como o principal produto do agronegócio no Espírito Santo. “O Estado tem mais de 100 mil propriedades, ou seja, mais de 70 mil produtores rurais produzem café. Então, quem não produz café tem um parente que produz, café tá no nosso DNA, no DNA do Capixaba. Ele aumenta o IDH e traz muito desenvolvimento social para a região, porque ele emprega muita gente”, finalizou.
*Este conteúdo foi produzido por André Borghi , aluno do 27° Curso de Residência em Jornalismo da Rede Gazeta, e teve a supervisão da Analista de Comunicação da Rede Gazeta, Wanessa Eustachio.

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