Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Editorial
  • Gastou com o quê, com o que gastou? Eleitor quer resultados
Opinião da Gazeta

Gastou com o quê, com o que gastou? Eleitor quer resultados

Não pode faltar coragem política para empunhar a bandeira da responsabilidade fiscal

Publicado em 14 de Agosto de 2026 às 00:58

Públicado em 

14 ago 2026 às 00:58
Redação de A Gazeta

Colunista

Redação de A Gazeta Redação de A Gazeta

online@redegazeta.com.br

Gastos públicos, investimentos, ajuste fiscal, dinheiro
Gastos públicos Reprodução

A qualidade do gasto público é perceptível e incontestável quando a arrecadação de impostos se traduz em serviços eficientes para o cidadão. Mas o contribuinte brasileiro ainda se sente pouco contemplado, assistindo desiludido o dinheiro que sai do seu bolso entrar nos cofres da União sem garantia de retorno. 


Mais uma vez, a campanha eleitoral precisa ser palco para propostas concretas nesse sentido. Candidatos que se omitirem sobre suas escolhas para uma agenda de eficácia do gasto público mostrarão uma desconexão com a realidade: com uma dívida pública que pode chegar a 82,5% do PIB no final deste ano, repensar as despesas brasileiras é cada vez mais urgente. Algum nível de ajuste é necessário.


Distorções políticas precisam ser superadas, com um processo amplo de revisão de despesas. O excesso de gastos adjacentes no país dissolvem a capacidade de investimento do Executivo onde há necessidade real, nas áreas que tocam a vida das pessoas. No ano passado, um levantamento do Movimento Pessoas à Frente colocou o Brasil no topo de um ranking de supersalários pagos ao funcionalismo público, o que impõe a reforma administrativa que há tempo demais não consegue ser concretizada.


Também persiste o peso de emendas parlamentares, direcionando verbas de forma descentralizada e sem critérios técnicos. São gastos que comprometem as despesas livres do governo, enquanto disparam as despesas obrigatórias, como previdência, salários e benefícios sociais. Assim, a capacidade de investimento governamental é estrangulada. É o povo que sai perdendo.


Não pode faltar coragem política para empunhar a bandeira da responsabilidade fiscal. Aquela em que o dinheiro público aplicado mostre resultados palpáveis para a maioria da população.A qualidade do gasto é o que permite fazer mais com menos, não o contrário.


LEIA MAIS EDITORIAIS

Áudios, vídeos, IA... compromisso com a verdade nas eleições é de todos

O equilíbrio das contas públicas no ES é ponto inegociável

O que a queda dos homicídios no ES ainda deve inspirar

ES se destaca no Ideb, mas sarrafo ainda precisa subir

Lei Maria da Penha faz 20 anos... e os próximos quatro?

Redação de A Gazeta

Redação de A Gazeta Redação de A Gazeta

Fique por dentro das últimas notícias do Espírito Santo, do Brasil e do mundo com a redação de A Gazeta

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Juan Gustavo Pizetta Palomin, pilotava uma moto que se envolveu em uma batida com uma picape
Sargento do Corpo de Bombeiros morre em acidente na BR 262, em Iúna
Imagem de destaque
Briga entre clientes de bar termina com homem baleado em Vila Velha
Imagem de destaque
O que o Caneco 70 tem a ver com Adam Smith?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados