Sextas Crônicas Como anda a sua libido? Tive um encontro memorável com o filme sueco “Meu nome é Agneta”. Foi um abraço bom de permanecer
Crônica A voz da medicina: recordações de um editorialista insuperável João Luiz de Aquino Carneiro escrevia quase todos os editoriais e a opinião da entidade. Foi presidente da Ames duas vezes
Crônica Existe literatura feminina? É preciso paciência para responder. É equívoco pensar que, por ser mulher, uma escritora se limita a escrever sobre o que muitos ainda consideram o “universo feminino”
Crônica 10 coisas que aprendi com Patti Smith, quatro carnavais depois Me surpreendia, e ainda hoje, a força com que ela defende a revelação que um dia teve, de que ser artista é ver o que os outros não conseguem ver
Sextas Crônicas Sem açúcar e com afeto O grande dia pode ser hoje, uma sexta-feira comum. O momento inesquecível pode ser aquele que passou batido por nós. O universo é imprevisível, bem-humorado e criativo. Uma mistura de café com leite, aparentemente banal
Crônica Festa na Granja e os adeptos da buchada de bode Com os olhos brilhando e a respiração meio acelerada, ela comeu o tanto que lhe deram para provar, pediu mais, repetiu mais uma vez e arrematou, por gula, uma última porção caprichada. Depois de tudo, tomou um gole de cachaça
Crônica "A Garota da Agulha": um filme internacional na zona de sombra do Oscar Filme é uma facada no coração. Não é sobre personagens ou fatos heroicos que comovam a gente. É sobre a matança sucessiva de bebês
Crônica O dia em que perdi a competição por errar o lugar da chegada Embora estivesse bem treinado, nadar 800 metros não era o meu forte. Preferia as provas curtas, de explosão. Longas distâncias, além de preparo físico, exigem que se dose as energias, para que não falte nem sobre oxigênio na chegada
Crônica Deus e o diabo na terra e no Oscar Com um simbolismo de dar inveja, Cacá Diegues escancara a miséria do povo brasileiro e a impotência de Deus diante disso
Crônica Coisas que aprendi com Cortázar A mim, o que me importa é que foi com Cortázar que aprendi o assombro de escrever ficção, sem esperar recompensas outras além daquele prazer que sente qualquer criatura que se mete a repartir as suas invencionices com outras tantas criaturas