Leonel Ximenes ONU elogia programa desenvolvido há 15 anos no ES Projeto apoiado pelo Banco Mundial no Espírito Santo já investiu mais de R$ 100 milhões em ações ambientais
Direitos humanos Temos motivos para comemorar o Dia Mundial do Refugiado? Em maio de 2022, cerca de 100 milhões de pessoas estavam deslocadas forçosamente em todo mundo devido a perseguições, conflitos, violência, violações dos direitos humanos ou eventos que perturbaram a ordem pública
Mudança Turquia pede à ONU para mudar o nome do país em inglês. Entenda o motivo A mudança, que pode parecer pequena mas tem grande significado social e político para Ancara (capital do país)
Agenda 2030 ODS: uma agenda ambiciosa, mas necessária, para mudar o mundo Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas 169 metas são um ambicioso plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade de todos
ONU Advogados de Lula consultaram psicóloga para acusar Moro de 'sede de poder' Comitê de Direitos Humanos da organização concluiu que ele foi parcial nos julgamentos do petista; ex-juiz nega perseguição
Política Comitê da ONU aponta que Moro foi parcial ao condenar Lula na lava jato A organização também entende que o petista teve seus direitos políticos violados nas eleições de 2018
Tensão no Leste Europeu Revés diplomático isola ainda mais a Rússia, enquanto Ucrânia pede mais armas No campo de guerra, os dois lados deram declarações conflitantes sobre a massacrada cidade de Mariupol
Recepção Quais são as obrigações do Brasil com os refugiados vindos da Ucrânia? O que pouco se comenta é que o nosso país tem uma das maiores comunidades ucranianas do mundo, com cerca de 600 mil pessoas
Relações internacionais Neutralidade de Bolsonaro pode custar caro ao Brasil O certo é que enquanto no campo das relações internacionais o Itamaraty se aproxima mais de um posicionamento de condenação da guerra na Ucrânia, Bolsonaro, na sua diplomacia “brucutu”, aproxima-se de Venezuela, Nicarágua e Cuba
Diplomacia Guerra na Ucrânia e a preocupante política externa brasileira Enquanto Bolsonaro se declara “solidário” à Rússia e diz que o Brasil vai se manter neutro, o embaixador na ONU faz o que precisa ser feito: condena a violação da soberania e defende a “interrupção imediata das hostilidades”