Sair
Assine
Entrar

Partilha de recursos

Royalties de petróleo: STF retoma julgamento nesta quinta (7); acompanhe

O plenário do Supremo prossegue o julgamento de cinco ações que discutem se a distribuição dos recursos do petróleo deve priorizar estados produtores ou alcançar todos os entes federativos

Publicado em 07 de Maio de 2026 às 14:02

Leticia Orlandi

Publicado em 

07 mai 2026 às 14:02

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na tarde desta quinta-feira (7), às 14h30, o julgamento de cinco ações que questionam uma lei de 2012 que mudou a distribuição dos royalties do petróleo e participações especiais. 


A análise das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4916491749184920 e 5038 será reiniciada com o voto da ministra Cármen Lúcia, que foi a relatora das ações. 


Acompanhe no vídeo acima.


O julgamento teve início na quarta-feira (6), com a manifestação dos autores das ações, representando o Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e a Uniao, e também das demais partes interessadas.  


Os Estados que não produzem petróleo e gás desejam receber mais recursos financeiros na partilha dos royalties. Os produtores – Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo – concentram mais de 90% da extração brasileira e devem ser os principais impactados, caso a distribuição seja alterada. 


Já os Estados e municípios não produtores sustentam que os recursos devem ser distribuídos de forma mais ampla, por se tratar de bens pertencentes à União. Para esses entes, a exploração do petróleo e do gás deve beneficiar toda a federação. 


No início da sessão, a ministra relatora Cármen Lúcia realizou a leitura de um relatório alongado, detalhando os pedidos das diversas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) ajuizadas ainda em 2013. Ela citou o processo como um dos mais sensíveis da Corte e lembrou das tentativas de acordo sobre o caso. 


Segundo informações do STF, no julgamento do mérito, o Plenário deverá definir se os valores arrecadados pela exploração desses recursos devem privilegiar estados e municípios produtores, em razão da atividade econômica realizada em seus territórios, ou se essas riquezas, que pertencem à União, devem ser distribuídas de forma mais abrangente entre todos os entes da federação. 


A controvérsia envolve receitas bilionárias que integram o orçamento de Estados e municípios e são utilizadas no financiamento de políticas públicas. A decisão poderá alterar a participação relativa de unidades produtoras e não produtoras na divisão dos recursos, com impacto direto sobre o orçamento dos entes federativos. 

Leia Mais Sobre o Caso 

Julgamento no STF: O que dizem ES, RJ e SP sobre divisão de royalties de petróleo

'Saiu exatamente como mandei': Ciro Nogueira recebeu emenda do Master em envelope, diz STF

União pede que STF mantenha regras sobre royalties do petróleo

STF começa a decidir sobre divisão de royalties de petróleo; acompanhe

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Filha vestida de noiva realiza sonho de pai internado em Guaçuí
Morre pai que recebeu visita da filha vestida de noiva em hospital de Guaçuí
Imagem de destaque
Almoço saudável: 5 receitas ricas em fibras para incluir na dieta
Gildeson Gama Leite, de 30 anos, teve cerca de 80% do corpo queimado
Morre um dos 4 trabalhadores feridos durante explosão em Vila Valério

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados