Mais do que promessas, o que o eleitor espera dos candidatos ao governo do Espírito Santo nestas eleições são propostas com caminhos bem detalhados e viáveis, dentro das atribuições de quem ocupa o Palácio Anchieta.
Com um debate republicano, no qual estejam na mesa as demandas e as possíveis soluções. É assim que o Estado pode olhar para o futuro com a tranquilidade de quem se planeja. É essa jornada que garante previsibilidade e resultados para toda a população.
Os candidatos devem estar cientes de seu papel à frente da segurança pública, com tudo o que isso implica na vida das pessoas que desejam mais tranquilidade para encaminharem seus projetos pessoais: educação, lazer, trabalho, empreendedorismo... tudo se conecta.
Se frontalmente se impõe o combate às organizações criminosas, não se pode deixar de lado crimes que afligem a vida em sociedade, como a violência de gênero e os crimes patrimoniais. São manchas que precisam ser apagadas.
Quem quer chegar ao Palácio Anchieta também deverá ter na ponta da língua como pretende abrir frentes de diversificação da economia capixaba, diante do fim da guerra fiscal imposto pela reforma tributária e do momento atual do ciclo do petróleo. Inovação, turismo, infraestrutura, transição energética são temas de primeira ordem nesse debate.
Não pode faltar ambição na educação e zelo pela saúde pública. O que é serviço básico sob as asas estaduais deve ter na qualidade do serviço uma meta permanente.
E, para tanto, o empenho com o equilíbrio fiscal se faz perene. É ele o responsável pela guinada institucional dos últimos 20 anos, é ele que vai fazer o Estado continuar honrando seus compromissos com a população.
Ocupar o cargo político mais alto do Espírito Santo é trabalhar em conjunto com a Assembleia Legislativa na construção de políticas de Estado que solidifiquem uma jornada com prosperidade e segurança institucional para o futuro.
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