Crônica Para o aniversário da morte de Fernando Tatagiba Dia 31 de março fez 36 anos da morte de meu querido amigo Fernando Tatagiba, escritor que merece ser sempre lembrado
Sextas Crônicas A opinião na era da deselegância Admitir que não é capaz de opinar é libertador. Glória Pires estava certa. Na vida, e no jogo, é bom relembrar que podemos estrategicamente “passar”, não inflar uma aposta em uma mão ruim
Daniel Bertollo Soares Felicidade relativizada: como saber o que é ser feliz? Qual a verdadeira finalidade da vida em sociedade, afinal? Gerar valor para o outro ou para si próprio? E será que essa tendência de compensação pelo serviço ao outro não tem destruído a nossa própria razão de existir?
Crônica Quer ver a sua mãe mortinha? Quem, nos tempos da escola primária, não reagiu, incrédulo, ao ouvir de um colega algo até então impensável: “Jura? Que ver a sua mãe mortinha?”
Crônica Médicos do ES: o prazer de pertencer à Ames O baile de gala da atual equipe da Associação Médica do Espírito Santo (Ames) comemorou 100 anos da instituição. E a biblioteca, que recebeu o nome de Luiz Buaiz, foi reformada
Crônica As gírias mudam, o mau gosto, não Fui me embrenhando por essa selva de gírias para tentar me esquecer de algo que li no jornal. A notícia contava que a Prefeitura de Vila Velha anda analisando a ideia de fincar uma gigantesca placa, na matinha do Morro do Moreno
Sextas Crônicas Um abraço no espelho é tudo o que você precisa hoje Você não vai morrer porque não deu tempo de entregar o projeto, chegar para a reunião ou pegar o voo. Tudo isso vai passar. Amanhã faz o ontem menor
Crônica O pó nosso de cada dia Como viajamos na semana passada, o carro passou bem uns cinco dias ao relento, em frente de casa. Sua lataria escura estava coberta por uma camada espessa e meio peguenta de sujeira
Crônica O dia em que driblei Garrincha no Engenheiro Araripe Fiquei três dias impactado, só lembrando daquele minuto e meio de glória que me vale, até hoje, uma eternidade
Crônica O dia em que o Topo Gigio me fez parar na cadeia Para mim, pessoalmente, esse tal de Topo Gigio não teve a menor graça. Graça mesmo tinha um outro preso que me ensinou como eles chamavam o relógio despertador: bobo alegre