O acesso ao crédito por empresas de médio porte tem sido um motor relevante para a economia capixaba. Entre 2020 e 2024, o volume de recursos concedidos pelo Itaú BBA a esse segmento gerou um impacto médio anual de R$ 1,7 bilhão no Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo.
Os dados constam em levantamento realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que utilizou a metodologia de matriz insumo-produto para mensurar os efeitos diretos, indiretos e induzidos da atividade econômica apoiada pelo banco.
Retrato regional e nacional
No recorte do Sudeste, o impacto médio anual chega a R$ 62 bilhões no PIB. Além da movimentação econômica, a atividade na região resultou em:
- R$ 28,9 bilhões em renda;
- R$ 19,9 bilhões em impostos arrecadados;
- 783 mil postos de trabalho.
Em âmbito nacional, o impacto anual estimado pelo estudo da FGV foi de R$ 105 bilhões no PIB, gerando R$ 49 bilhões em renda e R$ 34 bilhões em tributos.
As médias empresas são consideradas estratégicas pela capacidade de dinamizar economias locais e fortalecer cadeias produtivas.
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